A corrupção pode ser definida como utilização do poder ou autoridade para conseguir obter vantagens, e fazer uso do dinheiro público para o seu próprio interesse, de um integrante da família ou amigo. É verdade que nenhum segmento da sociedade está isento desse ato desonesto e corrosivo.
O Rio Grande do Norte é também uma vítima dessa atrocidade e o pior cometida por pessoas inteligentes, conceituadas no cenário político do nosso Estado. Decepcionei-me durante todo o ano de 2011 e hoje 03/12/2011 principalmente, quando abri os jornais e vi as manchetes com letras diferenciadas: “Diário de Natal - MP DENUNCIA WILMA, IBERÊ, FAUSTINO E MAIS 31 NOMES; O Poti - POLÍTICOS NO CENTRO DAS OPERAÇÕES e Tribuna do Norte – DENÚNCIA DO MP À JUSTIÇA INCLUI WILMA, IBERÊ E MAIS 32 PESSOAS”; confesso que fiquei de coração partido não por admirar esses políticos e nem tais pessoas. A verdade é que a cada dia as dificuldades vão aumentando em ritmo acelerado no campo da Saúde, Educação, Segurança e projetos sociais, frutos de uma corrupção sem controle. E o que mais entristece é a falta de punição para tais práticas que já se tornaram banais na história do Brasil.
A corrupção é uma ferida que não se fecha quanto mais se mexe a tendência é seu diâmetro aumentar. Só existe um remédio que pode acabar definitivamente com essa doença. Ele tem dosagem dupla e só serve se forem adicionados, pois, são fórmulas diferentes e para isso acontecer é necessário que se juntem os dois. Uma é a manifestação popular e a outra é a justiça. As duas unidas é um antibiótico potente capaz de curar esse mal pela raiz.
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